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quarta-feira, 6 de junho de 2012

60 ANOS DA ORDEM FRANCISCANA SECULAR

A fraternidade Santa Izabel da Hungria celebrou seus 60 anos de existência na cidade de Triunfo - PE. Celebrada a festa durante todo o dia, 03/06 p.p, no convento São Boaventura, a abertura começou às 7:00h da manhã presidida pelo provincial da província franciscana de Santo Antonio do Brasil, Frei Marcone Lins, OFM e concelebrada pelo guardião da então citada, Frei Zezinho e pelo pároco da matriz da cidade triunfense N.S. das Dores Pe. Edilberto. Depois da celebração, foi feito uma programação para dar continuidade a festa no restante do dia. Foi um domingo belíssimo de muita descontração, historias e partilhas.
Viva os 60 anos da OFS triunfense!
Paz e bem!



domingo, 3 de junho de 2012



SANTOS JUNINOS



A VIDA DE SANTO ANTÔNIO

Fernando de Bulhões (verdadeiro nome de Santo Antônio), nasceu em Lisboa em 15 de agosto de 1195, numa família de posses. Aos 15 anos entrou para um convento agostiniano, primeiro em Lisboa e depois em Coimbra, onde provavelmente se ordenou. Em 1220 trocou o nome para Antônio e ingressou na Ordem Franciscana, na esperança de, a exemplo dos mártires, pregar aos sarracenos no Marrocos. Após um ano de catequese nesse país, teve de deixá-lo devido a uma enfermidade e seguiu para a Itália. Indicado professor de teologia pelo próprio são Francisco de Assis, lecionou nas universidades de Bolonha, Toulouse, Montpellier, Puy-en-Velay e Pádua, adquirindo grande renome como orador sacro no sul da França e na Itália. Ficaram célebres os sermões que proferiu em Forli, Provença, Languedoc e Paris. Em todos esses lugares suas prédicas encontravam forte eco popular, pois lhe eram atribuídos feitos prodigiosos, o que contribuía para o crescimento de sua fama de santidade. 
A saúde sempre precária levou-o a recolher-se ao convento de Arcella, perto de Pádua, onde escreveu uma série de sermões para domingos e dias santificados, alguns dos quais seriam reunidos e publicados entre 1895 e 1913. Dentro da Ordem Franciscana, Antônio liderou um grupo que se insurgiu contra os abrandamentos introduzidos na regra pelo superior Elias. 
Após uma crise de hidropisia (Acúmulo patológico de líquido seroso no tecido celular ou em cavidades do corpo). Antônio morreu a caminho de Pádua em 13 de junho de 1231. Foi canonizado em 13 de maio de 1232 (apenas 11 meses depois de sua morte) pelo papa Gregório IX. 
A profundidade dos textos doutrinários de santo Antônio fez com que em 1946 o papa Pio XII o declarasse doutor da igreja. No entanto, o monge franciscano conhecido como santo Antônio de Pádua ou de Lisboa tem sido, ao longo dos séculos, objeto de grande devoção popular. 
Sua veneração é muito difundida nos países latinos, principalmente em Portugal e no Brasil. Padroeiro dos pobres e casamenteiro, é invocado também para o encontro de objetos perdidos. Sobre seu túmulo, em Pádua, foi construída a basílica a ele dedicada. 











João Batista e Jesus Nazareno, eram primos em segundo grau, porque Maria e Isabel mães de Jesus e João eram primas. Sempre se avistavam os meninos , com pouca diferença de idade (João + velho)
Também sentiam-se felizes em companhia um do outro
 O carpintaria de José, pai de Jesus, já estava fechada e José buscava a serenidade do interior domestico para o repouso.
 As duas mães se entreolharam, inquietas e perguntavam a si próprias para onde teriam ido as duas crianças.
 Nazaré, com sua paisagem, das mais belas de toda a Galiléia é talvez o mais formoso recanto da Palestina. Suas ruas humildes e pedregosas, suas casinhas pequeninas, se agrupam em cima das montanhas.
Maria e Isabel avistaram seus filhos lado a lado, banhados pelos derradeiros raios vespertinos.
 Quem poderia saber qual a conversação solitária que se trocava entre eles.
 Falavam de assuntos celestiais, da vontade de Deus junto a ambos.
 "João partira primeiro" disse Jesus.
 Seria o Precursor, isto é: o preparador do caminho.
 Aquele que falava ao deserto.
 Dos corações. Aquele que foi chamado “A vós que clama no deserto ’’ Arrependei vos, porque é chegado o reino dos céus.
João era valoroso pregador, amigo da justiça e da verdade. (falar sobre Herodes Herodias e Salomé). Vestia-se de peles de animais e alimentava-se de mel silvestre e frutas. Usando um cinto largo a volta da cintura e o seu cajado de pastor de ovelhas.
 Operário, de primeira hora é ele o símbolo rude da verdade. Exprimindo a austera disciplina que antecede a espontaneidade, João é o primeiro sinal do cristão ativo,em guerra com as próprias imperfeições do seu mundo interior, a fim de estabelecer com Jesus, o santuário de sua realização.
 Foi por essa razão que dele disse Jesus:
 " Dos nascidos de mulher, João é o maior de todos"
 Chamado o Batista porque por ele, o povo era batizado no rio Jordão, confessando os seus pecados.
 Porém ele os alertava dizendo "Raça de víboras" quem vos induziu a fugir da ira vindoura?
 Produzi frutos de arrependimento, e não presumais de vós mesmos, dizendo : Temos por Pai a Abrahão, porque eu vos digo, que mesmo d’ estas pedras, Deus pode suscitar filhos a Abrahão. 
E também esta posto o machado a raiz das árvores: Toda árvore que não produz bons frutos, é cortada e lançada ao fogo.
 Eu vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas sandálias não sou digno de levar. Ele vos batizará com fogo e o Espirito Santo. Em sua mão ele tem a pá, limpará a sua eira e recolherá no celeiro o seu trigo e queimará a palha com fogo.







Segundo a Bíblia, seu nome original não era Pedro, mas Simão. Nos livros dos Atos dos Apóstolos e na Segunda Epístola de Pedro, aparece ainda uma variante do seu nome original, Simeão. Cristo mudou seu nome para כיפא, Kepha (Cefas em português, como em Gálatas 2:11), que em aramaicosignifica "pedra", "rocha", nome este que foi traduzido para o grego como Πέτρος, Petros, através da palavra πέτρα, petra, que também significa "pedra" ou "rocha", e posteriormente passou para o latim como Petrus, também através da palavra petra, de mesmo significado.
A mudança de seu nome por Jesus Cristo, bem como seu significado, ganham importância de acordo com a Igreja Católica em Mt 16, 18, quando Jesus diz:"E eu te declaro: tu és Kepha e sobre esta kephaedificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão nunca contra ela." Jesus comparava Simão à rocha. Pedro foi o fundador, junto com São Paulo, da Igreja de Roma, sendo-lhe concedido o título de Príncipe dos Apóstolos. Esse título é um tanto tardio, visto que tal designação só começaria a ser usada cerca de um século mais tarde, suplementando o de Patriarca(agora destinado a outro uso). Pedro foi o primeiro Bispo de Roma. Essa circunstância é importante, pois daí provém a primazia do Papa e da diocese de Roma sobre toda a Igreja Católica; posteriormente esse evento originaria os títulos "Apostólica" e "Romana".


Santo Antônio, São João Batista e São Pedro Roguem a Deus por Nós!

quarta-feira, 30 de maio de 2012


“FESTEJANDO SANTO ANTÔNIO”



“Irmãs e irmãos, Paz e Bem!
Já se aproxima o tríduo de Santo Antônio. Neste ano queremos retomar a reflexão da campanha da fraternidade, cujo tema é “A saúde Publica”. Seguindo o espírito desse apelo atual propomos refletir, rezar e celebrar o tema: “Santo Antônio, defensor da vida em plenitude”.
Santo Antônio, profundo conhecedor das Escrituras, não deixou de exaltar a Deus nas criaturas através de seus sermões, ao usar muitas figuras e comparações tiradas do mundo da criação. Várias vezes, ele fala da terra, da semente, da água, do ar, dos animais, etc. para evangelizar e mostrar o caminho da vida com Deus. Santo Antonio foi um autentico irmão menor e filho de São Francisco de Assis e de Santa Clara, que neste ano encerramos os festejos dos seus 800 anos de morte.
Que neste tríduo seja um momento forte de graça e evangelização em favor da saúde, em favor da vida em plenitude. E que toda criação ressinta nosso amor e ternura por ela a exemplo de Santo Antônio, Santa Clara e São Francisco.
Boas festas!”
TEMA: SANTO ANTÔNIO, DEFENSOR DA VIDA EM PLENITUDE.

 10/06 – Domingo – 15:00hs
TEMA: Santa Clara e Santo Antônio contempladores d e toda vida criada por Deus.
Frase de Santo Antônio: “Cristo, na verdade, veio em nosso socorro ao dar-nos sua divindade e aceitar nossa humanidade, para que pudéssemos ser aceitos no reino de Deus, uma vez que dele estávamos excluídos. Para que tivéssemos acesso ao céu, ele o deixou”.
Responsaveis: Família franciscana(OFS, JUFRA, Irmãs Maristelas e Frades)
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Após a missa, um bazar de roupas e comidas.

11/06 – SEGUNDA-FEIRA – 19:00hs
TEMA: Santo Antonio e a oração.
Frase de Santo Antônio: “Podemos rezar de três modos: com o coração, com a boca e com as mãos”. “Quem está cheio do Espírito Santo, fala diversas línguas. Diversas línguas são os vários testemunhos a respeito de Cristo, isto é, humildade, pobreza, paciência e obediência, as quais falamos, quando as mostramos aos outros, em nós.”
Responsáveis: Terço dos homens, Terço das mulheres e Terço das crianças, Bairro da Saudade, Bairro da Liberdade

12/06 – TERÇA-FEIRA -19:00hs
TEMA: Santo Antônio e a missão nas famílias.
Frase de Santo Antônio: “ Quem não se sente tocado, pelas necessidades e pela miséria dos homens, não poderá falar-lhes de Cristo”
Responsáveis: ECC, EJC, casais e namorados.
Logo após a missa seresta no salão e quermesse.

13/06 – QUARTA-FEIRA
6 horas repique dos sinos
12 horas e 18 horas.
Saída da procissão ás 18 horas da residência do Sr. Antônio Orlando.
19 horas missa festiva.
TEMA: Santo Antonio, defensor da vida em plenitude.
Frase de Santo Antônio: “Tudo o que no céu ou nos anjos, tudo o que na terra e debaixo da terra, tudo o que no ar, tudo o que na água, dispõe de intelecto e razão, e se move, vive e existe, tudo isto provém da Bondade daquele Sumo Bem, causa e fonte de todas as coisas e por isto devemos amar e respeitar”.
Responsáveis pela ornamentação e procissão: Sr. Antônio Orlando e Família.
Responsáveis pela Liturgia na missa: todos os Antônios e Antônias
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Logo após a missa distribuição dos pães bentos e depois um arraial Antoniano no salão do convento com barracas de comidas.

quinta-feira, 24 de maio de 2012


800 ANOS DO CARISMA DE SANTA CLARA: "SANTA CLARA DE ASSIS E DE HOJE- CAMINHO DE UNIDADE."
(1212-2012)
Lendo toda a história de Santa Clara percebemos o quanto foi difícil para ela conquistar e promover a todos/as de seu tempo a viver a unidade.  A começar por ela mesma, como viver a unidade com sua família, que a principio não concorda de maneira alguma a sua escolha vocacional de ser uma consagrada, de viver como São Francisco, pregar o evangelho, viver pobre as margens de todas as suas posses e riquezas; a dificuldade imensa que sua cidade Assis passava entre os maiores e menores, “a implantação da comuna, o confronto com os senhores feudais”; Clara fora a primeira mulher na história da igreja a escrever suas próprias regras e forma de vida, também sofre por parte da Eclésia ter alcançado esse legado e tenta de todas as maneiras alcançar essa unidade entre suas expirações divinas e a igreja mostrando que com essa sua luta para viver em fraternidade/unidade mostra a todos - igreja, império, reino, povo que naquele tempo viviam nas guerras e conflitos - que é possível viver desta maneira. Foram muitos encontros profundos com Deus para que se pudesse chegar a uma conclusão e Clara mostra como conquistar a unidade, ela mesma se faz unidade na sua pobre comunidade de irmãs, ela se torna um elo, um exemplo para toda a sociedade Assisciense.
E ainda hoje, depois de 800 anos passado, Santa Clara nos mostra como viver a unidade e não só ao povo de Assis, mas a todos/as que buscam uma vivencia mais radical em cerca do evangelho de JESUS CRISTO. Essa “busca de unidade entre pessoas, grupos e povos é um apelo que atravessa todos os tempos, mas sempre foi uma tarefa difícil. Hoje são muitos e visíveis os conflitos e divisões em todos os âmbitos da vida humana. A defesa da soberania de cada povo, a luta pelo reconhecimento das diferenças culturais e de toda ordem, a afirmação da subjetividade e dos direitos individuais, com freqüência, têm provocado embates e rupturas nas relações, tornando difícil o diálogo unitivo no cotidiano da vida e também em torno das grandes causas que em nossos dias afligem a humanidade. Acrescentem-se ainda as divisões causadas pelo ódio, ganância, sede de poder, inveja, egocentrismo e outras formas de corrupção do humano.”
As vantagens da unidade estão em promover a vida na dignidade, em qualificar as nossas relações sociais. A unidade é uma ferramenta para nos fazermos gente, em comunidade. É a possibilidade de vivermos em condições menos estressantes, capazes de reconhecimento mútuo e recíproco, capaz de aceitar que ninguém se basta a si mesmo.
O que nos resta fazer, ainda hoje, para que possamos viver numa sociedade sem discriminação, guerras, desigualdade, enfim a tudo que nos causa sofrer e que são considerados desumanos? Primeiramente como cristãos viver a palavra de Deus nos ensinamentos de Cristo e ter Santa Clara como um grande exemplo para nossas vidas, fazendo hoje como ela mesma fez há 800 anos: mudarmos de vida, não de personalidade e de identidade, mas sermos prudentes conosco mesmo, aceitar nossos defeitos e erros sem “jogar” para outras pessoas, aceitar e conviver mais e melhor com nossa família, nossos amigos, nossos colegas de estudo e trabalho, e na igreja. Tenta construir a parti de nós mesmos a santa unidade para chegar ao mundo e mostrar que vivendo em fraternidade partilhando nossos dons, nossa caminhada e nossas experiências são possíveis construir uma sociedade, ou melhor, um mundo bem mais humano e unido, e não esqueçamos que sem oração e sem o contato pessoais com DEUS nada adianta nossa transformação.
Cuide-se bem e amem uns aos outros e mostrem que a unidade é um grande passo para uma vida feliz, assim como Santa Clara e São Francisco fez!

Postulante Suelton, OFM


terça-feira, 22 de maio de 2012


Maria Santíssima na piedade de São Francisco


Por Frei Constantino Koser, OFM
O intenso amor a Cristo-Homem, qual o praticara São Francisco e qual o legara à sua Ordem, não podia deixar de atingir Maria Santíssima. Já as razões do coração católico de São Francisco e seu cavaleirismo o levavam a amor aceso da virgem Mãe de Deus. “Seu amor para com a bem-aventurada Mãe de Cristo, a puríssima Virgem Maria, era de fato indizível, pois nascia em seu coração quando considerava que ela havia transformado em irmão nosso o próprio Rei e Senhor da glória e que por ela havíamos merecido alcançar a divina misericórdia. Em Maria, depois de Cristo, punha toda a sua confiança. Por isto a escolheu para advogada sua e de seus religiosos, e em sua honra jejuava devotamente desde a festa de São Pedro e São Paulo até à festa da Assunção”.
São Francisco não é apenas um santo muito devoto, muito afeiçoado à Mãe de Deus, mas é um dos santos em que a piedade mariana aparece numa floração original e singular, sem contudo se afastar, por pouco que seja, das linhas marcadas pela Igreja. A Idade Média, da qual é Filho, teve uma piedade mariana cheia dos mais suaves encantos, porque fundada toda sobre a nobreza de sentimentos e a cortesia de atitudes de cavaleiros. Os cavaleiros se consideravam paladinos da honra e da glória de Maria Santíssima.
São Francisco, que em sua concepção específica da vida religiosa partia deste ideal e que considerava os seus como “cavaleiros da Távola Redonda”, cultivou com esmero e com intensidade toda sua o serviço da Virgem Santíssima nos moldes do ideal cavaleiroso, condicionado pelo seu conceito e pela sua prática da pobreza. Nada mais comovente e delicado na vida deste Santo, que a forte e ao mesmo tempo meiga e suave devoção à Mãe de Deus. Derivada do amor de Deus e de Cristo, orientada pelo Evangelho e vazada nos moldes e costumes do cavaleirismo medieval, transposto a uma sobrenaturalidade, pureza e força singularíssima, esta piedade mariana do Santo fundador é parte integrante do que legou à sua Ordem e aí foi cultivada com esmero.
São Francisco fez dos cavaleiros de “Madonna Povertá” os paladinos dos privilégios e da honra da Mãe de Cristo. As fontes da vida e da espiritualidade de São Francisco são unânimes em narrar quanto a igrejinha da Porciúncula minúscula, pobre e abandonada na várzea ao pé de Assis, igrejinha de Nossa Senhora dos Anjos – atraía as atenções de São Francisco e prendia a sua dedicação. Atraiu as suas atenções, quando estava para cumprir, segundo a interpretação que lhe dava, a ordem de Cristo de reconstruir a Igreja Santa. O edifício ameaçava ruínas. São Francisco pôs mãos à obra e em pouco tempo, com pedras e cal de “Madonna Povertá”, restituiu a estrutura da capela: “Vendo-a (a capela) São Francisco em tão ruinoso estado, e movido por seu indizível e filial afeto da soberana Rainha do universo, se deteve ali com o propósito de fazer quanto fosse possível para a sua restauração… Fixou neste lugar a sua morada, movido a isto pela sua reverência aos santos anjos, e muito mais pelo entranhado amor da Mãe Bendita de Cristo”.
Depois de assinalado por Cristo com os sinais gloriosos, mas dolorosos da Paixão, São Francisco voltou à Porciúncula. De lá partia novamente para pregar, mas voltava sempre. Os irmãos, apreensivos pela sua saúde combalida, obrigaram-no a permitir o levassem aonde melhor podiam atender ao tratamento reclamado pelo eu estado. Quando, porém, ia findar o tempo que Deus lhe concedera, e sabia quando findaria, São Francisco pediu que o levassem novamente à capelinha da Virgem dos Anjos. À sombra da igrejinha entregou sua alma a Deus no trânsito incomparável que foi o seu. Maria Santíssima, tão agraciada por Deus, possui encantos mil e à semelhança do seu Filho Divino é tão rica que um coração humano não pode venerar de uma só vez todas as prerrogativas de que foi cumulada pela generosidade divina.
Há desta forma a possibilidade das mais variadas devoções da Virgem, há a possibilidade de cada qual venerá-la e amá-la sob o aspecto que mais o comove, que mais o inflama.